
Todos aqueles que tiverem o privilégio de jogar Crysis chegaram a uma triste conclusão, tenho que fazer um upgrade ao meu PC para correr o jogo em toda a sua glória. Ou nem por isso, visto que mesmo o hardware da actualidade não consegue correr o jogo no máximo.
Cervat Yerli, patrão da Crytek, numa recente entrevista ao site alemão PC Games afirmou que Crysis Warhead vai correr no máximo detalhe num PC de 400 euros. Esta afirmação parece um pouco estranha mas é feita no seguimento de uma optimização que a equipa efectuou no motor CryENGINE 2.
Estas optimizações efectuadas podem também vir a beneficiar o jogo Crysis, apesar da Crytek já ter anunciado que não iria lançar mais nenhuma patch para o jogo. Mas ao que parece podem voltar com a palavra atrás pois segundo Yerli ainda existe a hipótese de uma nova patch para Crysis.
Ficamos então ansiosamente à espera de Crysis Warhead para ver se estas informações sempre se vão confirmar na prática.

A Polaroid apresentou nesta semana a PoGo, uma impressora de bolso que dispensa o uso de computador, que coloca diretamente no papel as fotos do telemóvel ou da câmera digital. Segundo o fabricante, a impressão é feita em 60 segundos. A transmissão das imagens para esse equipamento é feita via tecnologia Bluetooth ou com um cabo USB.
O aparelho pesa cerca de 220 gramas e utiliza uma tecnologia chamada Zero Ink, que imprime sem o uso de tinta.
Novidade será lançada nos EUA em julho, por US$ 150.

A Philips acaba de lançar uma série de novos leitores GoGear MP3, com a introdução do SA2840, SA2825, e do SA2820.
Todos estes leitores minusculos, integram um ecrã de 128 x 64 OLED, suporte para MP3, WAV, e WMA, grvação de voz, EQ integrado, e ainda conectividade USB 2.0.
Adicionalmente, o SA2825 integra um sintonizador de rádio FM.
Os dispositivos passam a estar disponíveis em capacidades de 4GB e 2GB, e os preços deverão rondar os $68 dólares e os $87 dólares, respectivamente.

O filho perguntou-lhe o que ele fazia durante todo o dia no computador e o pai achou por bem mostrar-lhe, criando uma versão do YouTube para crianças. Não é que o homem passe o dia todo a ver vídeos no PC, mas mostrar a uma criança a realidade do mundo do trabalho seria demasiado cruel.
O filho de três anos de Ron Ilan, um canadiano que trabalha no desenvolvimento de software, interessa-se por tudo o que o pai faz e vê-lo em frente do computador durante tanto tempo despertou o interesse da criança para aquilo que se poderia passar para lá do ecrã.
Como a maioria das páginas online não são propriamente interessantes para os mais pequenos, Ron Ilan achou que a melhor solução era criar uma plataforma semelhante ao YouTube, que tanto sucesso tem entre os adultos, destinada a crianças dos seis meses aos seis anos.
Foi então que nasceu o Totlol.com, um serviço onde só se vêem vídeos com cantigas, animais e bonecos coloridos aos pulos.
Os vídeos apresentados são filtrados do YouTube e apenas entram no Totlol se cumprirem os requisitos para o target a que a plataforma se dirige. Os pais das crianças também podem partilhar vídeos com outros utilizadores se assim o desejarem.